Cadê O Tempo Escolar Que Estava Aqui?

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Está na hora de refletirmos a respeito daquilo que parece “natural”. Essas coisas contribuem para uma poluição visual e excesso de estimulação. Desde muito cedo, elas são altamente estimuladas. Vamos aqui focar na escola e pensar que pode ser diferente. Começa no carrinho de bebê cheios de penduricalhos, assim como seus primeiros brinquedos que apresentam muitos estímulos e cores excessivas. Como ser criança em tempos acelerados? Não é! As crianças estão adoecendo e os adultos também. Há também os brinquedos que deixam as crianças encapsuladas, do tempo cercadas de telas por todos os lados. As crianças talvez sejam as maiores vítimas dessa aceleração excessiva. Tudo muito poluído visualmente e de segurança máxima. Tudo previsível e com o discurso da proteção, mas que na verdade roubam delas a possibilidade de criarem, desfrutarem desses espaços com autonomia. O mesmo acontece nos espaços considerados infantis, como os delimitados nos shopping centers e nos salões de festas infantis -na decoração, um excesso de incitamentos visuais e sonoros.

enabledA pandemia do coronavírus foi declarada no dia 11 de março de 2020 no Brasil. Na primeira semana, houve um aumento de consumo entre 30% a 40% de hortaliças. O artigo cobre três semanas de impactos da epidemia sobre diversas partes das cadeias produtivas do setor de hortaliças. In the event you adored this informative article along with you desire to receive details regarding Do Tempo generously check out the page. O consumo de flores caiu fortemente. Há uma aposta do setor de que se estabeleça alguma estabilização daqui em diante, mas todos os agentes econômicos estão temerosos sobre o que pode vir a acontecer. Da mesma forma, a crise do coronavírus parece estar refletindo na comercialização de hortaliças nas grandes empresas de varejo (supermercados) em “ondas” de acordo com a semana. Os grãos podem ser armazenados, mas alimentos perecíveis não podem. Portanto, no caso dos horticultores, o impacto da atual crise é imediato. As hortaliças são perecíveis. Assim, parte-se dessa data para identificar a primeira semana do isolamento social, ainda que esse não tenha sido total e tampouco ocorrido em todo o País.

Este artigo resume alguns pontos-chave de minha tese de doutorado (Cavalcanti, 2007), cuja pesquisa foi possibilitada graças ao apoio da Fundação Capes, por meio da concessão de bolsa de Doutorado Pleno no Exterior (2001-2005), e da Foundation for Urban and Regional Studies (FURS). O texto foi também discutido no Seminário do Núcleo de Pesquisas em Cultura e Economia do PPGAS/Museu Nacional, e esta versão incorpora muitas das sugestões feitas pelos colegas, a quem também agradeço. Este artigo constitui uma análise etnográfica do fenômeno da consolidação de favelas no Rio de Janeiro contemporâneo, concebido aqui como resultado da justaposição de dois processos sócio-históricos aparentemente contraditórios: (1) a substituição, pelo Estado, de programas de remoção por programas de urbanização, que deu origem um boom na construção civil, e à mercantilização sem precedentes do espaço das favelas; (2) a apropriação do espaço da favela pelo tráfico de drogas, que (re)produz e reforça as fronteiras físicas, sociais e simbólicas entre a favela e o dito “asfalto”. Agradeço a todos os presentes no fórum, em particular aos coordenadores Laura Graziela Gomes e Heitor Frúgoli Jr. Trabalho apresentado no 31º Encontro da Anpocs, no GT 5 – Cidades: Perspectivas e Interlocuções nas Ciências Sociais.

Seguramente, o passado contava, mas a ordem do tempo operava de outra forma que na Europa. Avant-propos à Alois Riegl, op. Isto é só um esquema rápido, um simples esboço de um olhar afastado, mas é suficiente para desfazer a evidência do conceito europeu de patrimônio. Assim como se anuncia ou se reclama memórias de tudo, assim tudo seria patrimônio ou suscetível de tornar-se. No decorrer destes anos, a vaga patrimonial, em sintonia com a da memória, portanto, tomou cada vez mais amplitude até tender para este limite que seria o “tudo patrimônio”. A mesma inflação parece reinar. 9. Isto é um indício muito claro deste presente que se historiciza, já evocado. A patrimonialização ou a musealização se aproximando sempre mais do presente, foi preciso estipular, por exemplo, “que nenhuma obra de arquiteto vivo seria legalmente considerada como monumento histórico”.14 14 CHOAY, Françoise. De um tempo que não era linear, derivava uma outra figuração da permanência e uma outra relação com o vestígio.

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