Cadê O Tempo Escolar Que Estava Aqui?

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O valor está nos “ritmos médios” de aprendizagem, independentemente da diversidade dos alunos e da pluralidade dos processos de aprendizagem. Mas a BNCC não é currículo! Este é o tempo que as escolas têm para construir a escola dos seus sonhos. Portanto é preciso desacelerar! Ela é um documento normativo que define as linhas mestras para que todas as escolas construam seus currículos compatíveis com a história de cada instituição, somando a sua tradição pedagógica, seu contexto e as decisões que cada escola deve tomar para fazer a escola como um lugar compatível com o seu tempo e que tenha relevância social. As escolas brasileiras estão vivendo o tempo da BNCC – a Base Nacional Comum Curricular. Essa aceleração gera ainda a desigualdade entre os alunos, distanciando aqueles que têm ritmos de aprendizagem diferentes. Este caminho da aceleração na escola tem acarretado a competitividade negativa, tornando a instituição um espaço desumanizado, com ocorrências de bullying, estresse do professor, agressividade entre alunos, déficit de atenção, entre outros.

Os conceitos de causalidade e tempo são indissociáveis da natureza humana (e das teorias científicas também, pelo menos até hoje), e mesmo no âmbito da ficção, estes, juntamente com as possibilidades lógicas ou especulativas de solução para o paradoxo da quebra da causalidade inerente à viagem no tempo, constituem o núcleo frequentemente explorado nas obras associadas. O Efeito Borboleta apresenta uma das possíveis soluções a este impasse. Discuti-las aqui não se encontra no escopo deste artigo, mesmo porque é contra a boa postura revelar-se “o culpado” para alguém que se encontra ainda na fila do cinema. As invenções, equipamentos e fenômenos geralmente presentes em obras que envolvem algum tipo de ficção científica – a grande maioria inconcebíveis em um tempo atual – tornam-se bem mais “aceitáveis” e “compreensíveis” – para não dizer “reais” – ao posicionar-se o desenrolar dos fatos associado em uma era distante da atual, geralmente no futuro. A relação entre tempo e ficção científica não se encontra restrita a abordagens específicas sobre a natureza do ou mesmo viagens no tempo.

Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Paim, I. (1982). Curso de Psicopatologia. Polster, E., & Polster, M. (2001). Gestalt-terapia integrada. Rieff, P. (1989). O surgimento do homem psicológico. Ginger, S., & Ginger, A. (1995). Gestalt: uma terapia do encontro. Granzotto, R. L., & Granzotto, M. J. M. (2004). Self e temporalidade. Perls, F., Hefferline, R., & Goodman, P. (1997). Gestalt-terapia. Robine, J-M. (2006). O self desdobrado. Giovana Reis Mesquita – Psicóloga, Mestre em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia e Doutoranda em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia. Em P. C. Souza (Org.), Sigmund Freud & o gabinete do Dr. Lacan (pp.73-103). Rio de Janeiro: LTC. Perls, F. (1988). A abordagem gestáltica e a testemunha ocular da terapia. Perls, F. (2002). Ego, fome e agressão. Ribeiro, J. P. If you have any kind of concerns relating to where and the best ways to make use of cnft.wiki, you can contact us at the web site. (1985). Gestalt-terapia: refazendo um caminho. Marx, M. H., & Hillix, W. A. (1997). Sistemas e teorias em Psicologia. Rio de Janeiro: Summus. Atualmente é Professora Assistente da Universidade Salvador e do Instituto de Gestalt-terapia da Bahia.

Em primeiro lugar, parabéns! O desafio passa a ser como tornar a operação mais lucrativa e ainda assim manter o ritmo de crescimento do negócio. Você conseguiu vencer a primeira barreira de um e-commerce de sucesso: aprender a vender. Para entender o que fazer, a primeira medida é entender os ofensores que levam à redução da lucratividade. Quase sempre no mundo virtual estão relacionados aos: custo de venda, logística interna e a logística externa. Diferente do mundo físico, onde você pode construir “o seu ponto” e explorar durante um bom período de tempo, no mundo virtual este “ponto” está à venda a todo momento e disponível para quem quiser pagar mais. Saber escolher o produto, comprar bem, enriquecer o cadastro do produto, descobrir como anunciar, chegar ao seu público alvo, fechar a venda e entregar de forma rápida e eficiente é a primeira barreira em qualquer negócio. E isto já é bastante promissor. Ainda assim, muitos que chegam até este ponto têm um negócio que vendem bem, geram caixa, mas possuem uma lucratividade muito baixa ou até mesmo negativa.

O período de mobilização política, no entanto, esbarrou em uma conjuntura que justapôs os primeiros programas de remoção ao regime militar. Não cabe, aqui, uma análise mais detalhada dos programas de remoção, que já constituíram objeto de estudos já clássicos (Lima, 1989; Valladares, 1978; Zaluar, 1985; Burgos, 1998). O fato é que em meados dos anos de 1970, quase 140 mil moradores já haviam sido removidos de cerca de noventa favelas, sendo realocados para áreas distantes das favelas de origem.7 7 Como Valladares (1978) demonstrou, o pagamento das prestações, o aumento nos custos de transporte, a distância de oferta de emprego e o esgarçamento das redes sociais que facilitavam a vida na favela fizeram com que muitos “passassem” suas casas e retornassem para favelas localizadas nas zonas mais centrais da cidade. De um modo geral, portanto, ao longo do século XX esboçou-se um padrão nas políticas públicas direcionadas às favelas: durante períodos de governo autoritário, iniciativas de remoção ganhavam força e eram efetivamente implementadas.

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